No sono, a musculatura relaxa e a via aérea estreita: o ar vibra (ronco) e, às vezes, a passagem se fecha por segundos (apneia). O aparelho mantém a mandíbula levemente à frente, favorecendo a passagem de ar — com avanço calculado caso a caso e ajustado aos poucos.
Sem tratamento: via aérea estreita, ronco e pausas.
Com o aparelho indicado: sono contínuo e respiração livre.
Não é cura garantida, não trata todos os graus de apneia e não dispensa a investigação. Se a redução do ronco vier sem reavaliação, o resultado real do tratamento continua desconhecido — por isso a reavaliação com exame faz parte do processo quando indicada.
São coisas diferentes, ainda que pareçam parecidas na foto do anúncio.
Cinco etapas, sem etapa surpresa.
Histórico do sono, queixas e o que foi observado à noite por quem dorme ao lado.
Leitura da polissonografia ou do teste domiciliar. Sem exame, orientação sobre o próximo passo.
Dentes, gengiva, articulação e anatomia definem a elegibilidade para o aparelho.
Moldagem, projeto individualizado e entrega do dispositivo sob medida.
Adaptação progressiva, revisões e reavaliação com a medicina do sono quando indicado.
O valor depende do diagnóstico, do planejamento e do acompanhamento necessário. O orçamento é individualizado e apresentado após a avaliação.
A adaptação pode trazer desconforto, salivação ou sensibilidade nos primeiros dias. O avanço é progressivo e ajustado nas revisões justamente para tornar o uso tolerável.
O cirurgião-dentista com formação em odontologia do sono pode indicar, confeccionar e acompanhar o aparelho intraoral em casos selecionados. O diagnóstico da apneia é médico, e casos graves seguem com a medicina do sono.
O aparelho atua enquanto está em uso; portanto o efeito depende do uso regular, conforme a orientação definida no seu caso.