Feita em laboratório do sono, registra muitos parâmetros ao longo da noite: atividade cerebral, respiração, oxigenação, movimentos, posição do corpo e mais. É o exame mais completo e o mais adequado para quadros complexos, comorbidades ou suspeita de outros distúrbios do sono.
Um equipamento portátil registra parâmetros respiratórios na sua própria cama. Pode ser indicado para adultos selecionados, com suspeita clínica compatível e sem comorbidades relevantes — sempre sob avaliação profissional.
Começa pela consulta. O histórico do sono, as queixas do dia, o relato de quem dorme ao lado e o exame clínico da via aérea e da boca formam a suspeita. É a partir daí que se define se o exame é necessário e qual formato faz sentido para o caso.
Se você já fez um exame do sono, traga o laudo completo — não apenas o resumo. Ele orienta a avaliação odontológica e a discussão sobre elegibilidade para o aparelho intraoral.
Aplicativos que gravam o ronco podem ser úteis como pista — inclusive para mostrar a ele que o ronco existe. Mas não medem eventos respiratórios nem oxigenação e não substituem exame nem laudo profissional. Use como ponto de partida da conversa, não como diagnóstico.
Tudo bem — a consulta existe justamente para organizar o caminho e indicar o próximo passo, inclusive o encaminhamento médico quando ele é necessário.
Agendar consulta de triagemA solicitação e o laudo são médicos. A odontologia do sono trabalha com esse resultado para avaliar a elegibilidade ao aparelho intraoral e acompanhar o tratamento.
Quando indicado, sim. A redução do ronco, sozinha, não confirma o controle dos eventos respiratórios — a reavaliação é o que mostra o resultado real.
É um exame com menos parâmetros, indicado para perfis selecionados. Em quadros complexos ou quando o resultado não bate com a clínica, a polissonografia é o caminho.