Desconforto com a máscara, sensação de claustrofobia ou vazamento de ar levam muita gente a abandonar o CPAP. Em casos selecionados, existe outro caminho a avaliar.
O CPAP é um tratamento consolidado e eficaz — o problema, para parte dos pacientes, é a adaptação. Quando a máscara não é tolerada, ou quando o paciente prefere avaliar outra abordagem, o aparelho intraoral pode entrar na conversa, desde que haja elegibilidade clínica.
Isso vale principalmente para apneia leve a moderada. Abandonar o CPAP sem substituir por nada é o pior cenário: o quadro segue sem tratamento.
Não deixe o quadro sem acompanhamento. Uma avaliação verifica se existe alternativa odontológica adequada ao seu diagnóstico.
Agendar avaliaçãoCada um tem seu lugar. A escolha depende do diagnóstico, não de preferência isolada.
Costuma ser a primeira escolha em apneia moderada a grave, conforme avaliação médica.
Considerado em ronco primário e apneia leve a moderada, em casos selecionados.
Gravidade, anatomia, saúde bucal, tolerância e preferência entram na conta.
Quando necessário, o acompanhamento é feito junto com a medicina do sono.
Traga o seu exame do sono, se já tiver um, ou converse antes mesmo de realizar qualquer exame. A avaliação define se há indicação para o seu caso.