Dentes encavalados, separados ou uma mordida que não encaixa bem afetam a higiene, a mastigação e a confiança para sorrir. A correção é possível em diferentes idades, inclusive na vida adulta, e começa por uma avaliação que define o que faz sentido para o seu caso.

A ortodontia é a área da odontologia que corrige a posição dos dentes e o encaixe entre as arcadas, a chamada oclusão. Com forças leves e contínuas, o aparelho movimenta os dentes aos poucos através do osso que os sustenta.
Além da estética, dentes bem posicionados costumam ser mais fáceis de higienizar e distribuem melhor as forças da mastigação. Por isso o planejamento olha para o sorriso e também para a função.
A escolha depende do tipo de correção, da idade e da sua rotina. A avaliação mostra quais opções se aplicam ao seu caso.
Agendar avaliaçãoCada página explica um tratamento ou uma dúvida em detalhe: indicação, como funciona, cuidados e limites.
Como funcionam os bráquetes metálicos, de porcelana, safira e autoligados, e como cuidar da higiene durante o uso.
Ver detalhes → Aparelho removívelPlacas transparentes trocadas em sequência: como agem, o que exigem do paciente e quais casos atendem.
Ver detalhes → Depois dos 30O que muda no tratamento ortodôntico de adultos e como ele se integra a gengiva, implantes, próteses e lentes.
Ver detalhes → Mordida e oclusãoMordida aberta, cruzada, profunda, prognatismo, apinhamento e diastemas: o que são e como são avaliados.
Ver detalhes → Depois do aparelhoContenção fixa e removível, por que os dentes tendem a voltar e o que fazer se eles começarem a se mover.
Ver detalhes →Desconforto com o sorriso já é motivo suficiente. Alguns sinais, porém, pedem atenção especial. Marque o que você observa: o resultado não é diagnóstico, mas ajuda a organizar a conversa na consulta.
Cada tipo tem vantagens e limites. Não existe um aparelho melhor para todos.
Bráquetes metálicos colados aos dentes. É versátil e atende desde casos simples até os mais complexos.
Funciona como o fixo, com bráquetes de porcelana ou safira, de cor próxima à do dente.
Bráquetes com sistema próprio de fixação do fio, dispensando as ligaduras elásticas.
Placas trocadas em sequência. Exigem uso disciplinado durante a maior parte do dia e não servem para todos os casos.
Fixa ou removível, mantém os dentes na nova posição. Faz parte do tratamento, não é opcional.
Queixa, histórico, hábitos e saúde dos dentes e da gengiva.
Fotografias, radiografias e modelos ou escaneamento, conforme o caso.
O que precisa ser corrigido, as opções de aparelho e uma estimativa de duração.
Consultas periódicas de ajuste e orientação de higiene.
Acompanhamento para manter o resultado ao longo do tempo.
Com aparelho, a higiene exige mais atenção. Escova, fio dental com passa-fio e escovas interdentais ajudam a evitar cáries e inflamação na gengiva em volta dos bráquetes.
A duração varia com a complexidade do caso, a idade, a resposta de cada organismo e a colaboração do paciente, como o uso de elásticos e alinhadores e a frequência às consultas. Não existe um prazo único que sirva para todos.
Os dentes tendem a se mover ao longo da vida. Usar a contenção como orientado é o que mais ajuda a manter o alinhamento conquistado.
Sim. Não há idade máxima para movimentar os dentes, desde que gengiva e osso estejam saudáveis. Em adultos, o planejamento costuma considerar restaurações, perdas dentárias e a condição periodontal.
É comum sentir pressão e sensibilidade nos primeiros dias e depois dos ajustes, e isso costuma passar. Feridas causadas pelos bráquetes podem ser aliviadas com cera ortodôntica. Se o desconforto persistir, avise o profissional.
Depende da complexidade do caso, da idade e da colaboração do paciente. A estimativa é apresentada depois da avaliação e da documentação, e pode ser revista ao longo do tratamento.
Funciona bem em casos bem indicados e quando é usado pelo tempo recomendado. Alguns movimentos são mais previsíveis com aparelho fixo. A escolha é feita na avaliação, considerando o caso e a rotina do paciente.
Porque os dentes tendem a voltar em direção à posição antiga, principalmente nos primeiros meses, e continuam se movendo ao longo da vida. A contenção ajuda a manter o resultado.
A Associação Americana de Ortodontistas recomenda uma primeira avaliação por volta dos 7 anos. Nem toda criança precisará de aparelho nessa idade, mas alguns problemas de crescimento e de mordida são mais bem acompanhados cedo.