Durante a infância, os maxilares ainda estão crescendo. A Ortopedia Funcional dos Maxilares acompanha esse desenvolvimento e, quando indicado, usa aparelhos que estimulam funções como mastigação, respiração e posição da língua para orientar o crescimento e a mordida.

A Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM) é a especialidade odontológica que avalia e trata alterações no desenvolvimento da maxila e da mandíbula, aproveitando a fase de crescimento. Os aparelhos funcionais trabalham a relação entre os ossos, os músculos e as funções da boca.
A ortodontia atua sobretudo na posição dos dentes. A OFM foca na relação entre as bases ósseas e nas funções. Em muitos casos as duas se complementam, em fases diferentes do tratamento.
Nem sempre. Muitas vezes a conduta é acompanhar o crescimento. A avaliação mostra se é hora de tratar ou de observar.
Agendar avaliaçãoCada página explica um tratamento ou uma dúvida em detalhe: indicação, como funciona, cuidados e limites.
Como os aparelhos funcionais agem sobre músculos e mandíbula, quais são os tipos e como é a adaptação da criança.
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Ver detalhes → Avaliação infantilCom que idade fazer a primeira avaliação da mordida, o que é observado e como preparar a criança para a consulta.
Ver detalhes →Nenhum desses sinais é motivo para alarme, mas todos justificam uma conversa com o profissional. Marque o que você observa: o resultado não é diagnóstico, mas ajuda a organizar a conversa na consulta.
A conduta depende da idade, do tipo de alteração e da fase de crescimento.
Em muitos casos, a melhor conduta é observar e reavaliar em intervalos definidos.
Apoio aos pais para reduzir chupeta, sucção digital e outros hábitos, de forma gradual.
Estimulam a posição e a função da mandíbula e dos músculos. Exigem uso regular.
Alguns casos precisam de dispositivos para expandir a maxila ou orientar o crescimento.
Quando há sinais respiratórios ou de fala, pediatra, otorrinolaringologista e fonoaudiólogo podem participar.
Histórico, hábitos, respiração, sono e alimentação.
Dentes, mordida, perfil do rosto e funções como respiração, deglutição e mastigação.
Radiografias e fotografias, quando indicados.
Definição se é hora de tratar ou de acompanhar o crescimento.
Orientações para a criança e os pais e consultas de ajuste.
A colaboração da criança e da família é decisiva: aparelhos removíveis só funcionam se forem usados como orientado.
Cada criança tem seu ritmo de crescimento. Por isso, a melhor idade para iniciar não é a mesma para todas, e a avaliação define o momento.
A higiene da boca e do aparelho deve ser diária. Levar o aparelho a todas as consultas permite os ajustes.
Hábitos de sucção são comuns nos primeiros anos. A abordagem deve ser gradual e acolhedora, sem culpa para a criança ou para os pais.
É a especialidade odontológica que acompanha e trata alterações no crescimento da maxila e da mandíbula, usando aparelhos que estimulam as funções da boca, como mastigação, respiração e posição da língua, durante a fase de crescimento.
A ortodontia movimenta principalmente os dentes. A ortopedia funcional atua na relação entre os ossos dos maxilares e nas funções, aproveitando o crescimento. Muitas crianças fazem as duas, em momentos diferentes.
A Associação Americana de Ortodontistas recomenda uma primeira avaliação por volta dos 7 anos. Sinais como mordida cruzada, respiração pela boca ou hábitos persistentes justificam uma consulta antes disso.
O uso prolongado pode contribuir para mordida aberta e mordida cruzada. Nos primeiros anos o hábito é comum, e a orientação é reduzir aos poucos. Merece mais atenção quando persiste depois dos 3 anos.
Sim, e não apenas odontológica. A respiração bucal pode ter causas como rinite, adenoides ou amígdalas aumentadas, avaliadas pelo pediatra ou otorrinolaringologista. A avaliação odontológica observa os efeitos sobre a mordida e o crescimento.
Em geral não causa dor, mas há um período de adaptação, com mais saliva e alguma dificuldade para falar nos primeiros dias. Com o uso regular, a criança costuma se acostumar.