Antes de qualquer tratamento vem a avaliação. É ela que diferencia ronco de apneia, verifica elegibilidade e define o caminho — inclusive quando o caminho é o encaminhamento médico.
A avaliação odontológica do sono reúne três frentes: o relato dos sintomas, a análise do exame do sono (quando já existe) e o exame clínico da boca, da mandíbula e das condições necessárias para o uso de um aparelho intraoral.
A partir daí é possível dizer se há indicação, se falta investigação ou se o caso pede condução integrada com a medicina do sono.
Tudo bem. A avaliação também serve para orientar qual é o próximo passo da investigação no seu caso.
Agendar avaliaçãoNada disso é obrigatório para agendar — mas ajuda a tornar a avaliação mais precisa.
Polissonografia ou teste domiciliar, se você já tiver realizado algum.
Há quanto tempo é percebido e se alguém já observou pausas na respiração.
Quem divide o quarto costuma notar sinais que o paciente não percebe.
E condições de saúde relevantes, como hipertensão.
A avaliação é conduzida pela Dra. Elizabete Nogueira, cirurgiã-dentista com mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), cuja trajetória de pesquisa envolveu temas como avaliação autonômica, variabilidade cardiovascular e apneia obstrutiva do sono, incluindo aparelhos usados no tratamento da condição.
Traga o seu exame do sono, se já tiver um, ou converse antes mesmo de realizar qualquer exame. A avaliação define se há indicação para o seu caso.